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sexta-feira, 20 de maio de 2011

A importância da decoração de ambiente nos consultórios médicos


Você já parou pra pensar que a decoração de um consultório médico pode ser muito importante para definir a opinião de um paciente?

Até bem pouco tempo, ter paredes claras (bege ou cinza), sofá básico ou cadeiras para a espera era o suficiente para o atendimento médico.

Entretanto, a saúde caminha para um entendimento maior sobre as oportunidades do marketing, do design, da comunicação e o quanto o seu estudo e aplicação podem ser benéficos na relação médico-paciente mais humanizada.

Desconsiderar a ergonomia como fator relevante para a ambientação de um consultório pode ser um problema.

Imagine que os variados tipos de pacientes, necessitem de acomodações específicas, como por exemplo, no consultório de um endocrinologista, que trata obesidade, ou de um geriatra.

As mulheres grávidas, por exemplo, gostam de acomodações confortáveis e que possibilitem a interação para troca de experiência e informações.

É necessário lembrar que a decoração deve ser agradável e ao mesmo tempo, funcional. Pensar em materiais de fácil limpeza, que não acumulem pó, resistentes ao tráfego de pessoas, com isolamento acústico, com iluminação adequada, combinado com quadros e objetos de decoração que remetam a um certo aconchego podem proporcionar uma experiência significativa para o paciente.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Como atender um paciente em uma consulta médica?



Seja de emergência ou agendada, a consulta presume uma necessidade de atenção do indivíduo, ainda maior do que a que dispensamos em uma loja quando ele vai às compras.

Por quê? Porque o indivíduo, na posição de paciente estabelece um vínculo emocional maior com a clínica, ou hospital.

Ele precisa perceber que a sua saúde tem importância para quem irá tratá-lo, caso contrário, o stress ocasionado por um diagnóstico pode ser ainda maior, antes mesmo que o paciente chegue até o médico.

Então hoje é necessário falar de atendimento ao paciente porque não só pacientes de redes públicas (como sabemos), mas também privadas, sofrem por erros no atendimento desde o descaso da equipe de recepção até a negligência médica, ou seja, mesmo pagando um convênio o cliente/paciente, muitas vezes, não é visto como tal. E não são casos isolados.

Ora, isso é um contra-senso em uma sociedade onde os avanços tecnológicos dão saltos e a comunicação já não tem fronteiras.

Mas há exceções. Recentemente, presenciei um modelo de atendimento humanizado, que demonstrou total atenção e cuidado com o paciente. Isto aconteceu no Hospital Bandeirantes, em São Paulo, em um domingo, no pronto-atendimento. Neste caso podemos dizer que realmente, houve uma ação de pronto-atendimento, pois desde os primeiros procedimentos, ainda na recepção, até o atendimento médico houve total comprometimento com a saúde do paciente.

É necessário boa vontade e visão para fazer bem feito. Hoje fala-se em humanização da saúde, mas o paciente já cobra isso há muito tempo. Humanização não pode ser tratada como novidade, tem que ser regra. É preciso encaixar a visão do antigo médico de família, aquele que oferecia um atendimento personalizado , conhecia todos pelo nome ao formato do atual atendimento à saúde.

É simples saber como atender um paciente, basta que as instituições ligadas à saúde, coloquem o paciente em primeiro lugar na pauta de suas reuniões e passem isso da pauta à prática.